A exposição GAME ON vai estar no MIS, Museu da Imagem e do Som, em São Paulo, de 10/11/11 a 08/01/12. Entrada: R$ 10,00 (meia para estudantes).
Além de viajar pela história dos games em mais de 120 jogos divididos em 11 seções, os visitantes também podem participar gratuitamente de palestras, debates e oficinas do Festival Games for Change 2011, que discute a relação entre jogos e sociedade, educação, economia e cultura. Outra atividade paralela é a oficina Introdução a Games Independentes e seu Design.


7 comentários:
Olá Janus
Aqui é o seu leal frequentador Rafael Martins de Araçatuba. Estive no Game On, eu e meu irmão. Não pude ver as palestras da qual se referiu, mas mesmo assim a experiência foi bem satisfatória. Pude jogar pong, donkey kong, mappy, pitfall, freeway e até um curioso jogo de maquinista de trem (Go By Train), sem contar o contato que tive com o kinect e o vício recém descoberto em Rock Band na versão bateria. No dia seguinte fui na exposição sobre Will Eisner, mas creio que não seja sua área.
Olá Rafael,
Valeu pelo relato. Como eu moro em Goiânia, dificilmente poderei ir. Gosto de Graphic Novels, e por isso reconheço o valor de Will Eisner, embora eu nunca tenha lido uma obra dele inteira.
Olá Janos
Rafael novamente.
Enfim a Farrazine onde foi publicado meu artigo sobre games indie saiu. Vc pode baixá-la em rar ou pdf no endereço: http://farrazine.blogspot.com/2011/12/farrazine-25.html
Sugiro que vc baie a versão sem links e em pdf, é mais leve.
Vc vai perceber que a paginação ficou meio pobre. Isso foi fruto de um grande atrito entre eu e o editor, que resultou numa diagramação neutra, a fim de evitar mais briga. Um dia te explico melhor.
Aguardo seus comentarios
Olá Janos, meu nome é Sérgio Aristides e a pouco tempo desfrutando do ócio encontrei e joguei até o fim, com muito tristeza diga se de passagem, um jogo chamado THE TINY BANG STORY(na steam por 9.99usd), enfim sou totalmente leigo com relação a arte mas muito me interessou a deste game, e a maneira pela qual me transportei para cada cenário durante o jogo, empurrado também pela melodia relaxante ao fundo. Queria uma opinião ou um post sobre a arte do game. Obrigado
Sérgio,
Obrigado pela dica. Assim que eu retornar às atividades normais eu dou uma olhada.
Abraços
Olá Rafael Martins,
Desculpa a demora. Finalmente li seu artigo. É muito interessante, e fiquei surpreso com o quanto ele é extenso (8 páginas). Valeu pela iniciativa.
A parte que eu achei mais interessante é quando você afirma: "evocar a inocente intenção dos jogos serem 'apenas divertidos' e que tais detalhes [as consequências] os tornariam 'chatos', seria contraditória".
Isso me fez pensar bastante. Nós dizemos que queremos jogos realistas e divertidos, mas não selecionamos somente a parte da realidade que nossa cultura considera mais "divertida", e sim a que ela considera a mais "eficiente", por assim dizer. Será que é por isso que queremos jogos com gráficos e mecânicas realistas, mas não com consequências e reflexões demoradas, pois estes seriam aspectos que nós também queremos eliminar da nossa própria realidade?
Abraços
Janos
bACANA SEU TRABALHO AMIGO! JOGO É JOGO NÉ ! SEMPRE É ESSA FEBRE, Dá uma olhada la no meu http://aartedosjogos.blogspot.com/
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